quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Love, Love, Love ! 
 Is the word we just can't forget.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Já e tarde, e o sono faz-me confundir aquilo que digo, escrevo ou faço. Os meus olhos querem-se fechar, mas sinto necessidade de escrever algo. A palavra cura, e a minha cura diária e escrever. Todas as feridas já foram saradas, mas não ultrapassadas. Vivo com muita intensidade as coisas,e por mais breve que sejam, marcam-me. Gosto desta intensidade, desta adrenalina de viver. De viver ao máximo, não esperando pelo dia de amanha, ou pelo o que o futuro nos pode trazer. São as melhores recordações, as mais marcantes e as mais belas. Momentos de espontaneidade, sem planos ou projectos. Vive-se no momento... E depois? Depois recorda-se, e tem-se um enorme carinho por aqueles minutos/ horas em que fomos felizes. Fomos puramente felizes, sem restrições sobre o amanha! O amanha e hoje. E hoje já e ontem. Tudo passa e o que nos resta são estas memorias que se tornam eternas para todo o sempre. Por isso, o tempo e uma ilusão. O tempo e nada mais do que o AGORA. Assim sendo, vamos desfrutar deste exacto momento, e fazer com que seja algo para recordarmos com todo o amor e saudade do tempo que fomos felizes e completos!

Luisa

domingo, 19 de setembro de 2010

I really don't know!

Não sei como começar. Alias, sei poucas vezes como o fazer. O melhor conselho que me deram foi: quando tens duvidas deixa-te levar... Na vida tudo e´ uma questão de encontros ou desencontros. E um grande jogo do qual vamos ganhando experiência a cada jogada. E o que podemos fazer para ganhar? Jogar mais vezes. Por isso o melhor conselho e mesmo deixarmo-nos levar pela corrente da vida e aproveitar as oportunidades que surgem. Não vale a pena lamentar uma derrota, porque isso definitivamente não nos vai por mais fortes para enfrentarmos a próxima jogada. Temos de se ser fortes, conscientes e corajosos. A vida e um jogo de probabilidades infinitas as quais muitas vezes não estamos preparados para lidar com elas, mas não temos hipóteses. Ou lutamos para vencer, ou desistimos. Contudo, nem todos os que desistem devem sentir-se derrotados. Há alturas neste grande jogo que o melhor e desistir. Não vale a pena estarmos a lutar por algo que não merece ou por algo que nos faz sofrer. Devemos desistir para nosso bem! Devemos lutar por aquilo que nos faz renascer, e não por aquilo que apesar de nos trazer boas memorias, já esta no passado. Não devemos viver das memorias, mas sim procurar novos desafios para superarem as maravilhosas recordações que temos. Sim, e uma busca intensiva que provavelmente nunca tem fim, mas quem não tenta nunca saberá se pode ter o paraíso na própria Terra. Se vou lutar mais por aquilo que quero? Não sei. Se esta busca me ira fazer bem? Também não sei. Ha´ pessoas que merecem essa busca, outras nem por isso. Nunca vamos saber quais as merecedoras antes de termos lutado, por isso parece-me que não temos hipótese. Nunca gostei de desistir e não sou pessoa de pensar que não há solução  Mas há pessoas, casos, problemas e situações que são inultrapassáveis. A culpa e nossa? Não, não e. Há quem acredite que já não tinha que ser assim, que o destino não o quis. Eu simplesmente acredito que as pessoas não se esforçam, nem querem saber. Agora fica a pergunta: Será que devemos lutar por quem não se esforça por nos, por quem já não nos olha da mesma maneira, e recomeçar uma nova busca partindo do 0 com a mesma paciência e calma para podermos vencer?? Definitivamente também não sei!

Luisa

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Achas possível já estar com saudades tuas?

É inacreditável como certas coisas surgem praticamente do nada. Sem um antecedente, sem uma influência, um pré-requisito. Surgem porque por acaso surgem e pronto. E muitas (?) vezes essas coisas que surgem porque surgem tornam-se em algo para o qual ainda não encontrei uma definição suficientemente boa. Um nome ou uma palavra que englobe isto tudo que eu gostava de dizer.

Numa noite que trazia como objectivo puro divertimento, algures por entre amigos, álcool, cigarros e brincadeiras, qualquer coisa cativou de forma diferente, qualquer coisa que a partir daí se tornou em algo com dimensões bem diferentes. Lembro-me exactamente de cada momento, de cada palavra proferida e não proferida. Sei que mesmo que queira nunca vou perder um fragmento de cada memória de cada momento.

Cativante, foi tudo o que começaste por ser, hoje, és muito mais do que isso. Hoje és muito mais do que eu poderia algum dia imaginar que viesses a ser. Não posso dizer que entenda, nunca ninguém há-de entender, e eu nunca hei-de conseguir mostrar-te. Mas eu sei que sentes e é só isso que importa.

Trago-te nas mãos e trago-te no coração, porque quero ter-te sempre por perto de todas as maneiras. Da mesma maneira como te sinto perto neste momento, mesmo que fisicamente não estejas aqui. Gostava de poder dar-te um abraço infinito e perder a noção do mundo, deixar de ir lá fora.

Já ouvi várias vezes dizer que a felicidade e a tristeza, embora sentimentos muito diferentes, têm efeitos semelhantes: fazem-nos chorar, e quando levados ao extremo dão-nos vontade de morrer. Agora entendo, que quando atingimos a perfeição do momento e a plenitude do nosso estado de espírito, não faz mal morrer, porque já temos tudo o que podíamos pedir para uma experiência de vida mais do que muito boa.

Se algum dia alguma coisa se perder, porque às vezes há coisas que ficam pelo caminho, só espero que não seja verdade. E se for, vou dormir e voltar a acordar à espera que seja um sonho. E se não for, vou ter contigo e vou dizer-te que não pode ser. Porque tu já te tornaste mais do que um pilar. Tornaste-te na coisa grandiosa que não tem nome mas que também não precisa.

Acredito em ti com a minha própria vida e quero que acredites em mim com a tua. Until our hearts stop beating. J <3





Elsa Silva

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Mil e uma coisas

Depois de meses sem inspiração, sem vontade de escrever, agora as palavras fluíem-me com tal rapidez que tenho dificuldade de escrever ao ritmo dos meus pensamentos. São mil e uma coisas para contar, para descrever, para relembrar, para viver! Os dedos tremem-me ao nível que escrevo, estou num turbilhão de emoções que não sei bem como transpor para palavras, mas algo me diz para continuar. A janela está aberta, e a brisa que me refresca a cara faz-me sentir livre e leve. É um sentimento de calma, de pureza infinita. Um sentimento que não tem descrição, mas que espero que dure por muito tempo. Apetece-me dançar, libertar-me  e entrar numa outra dimensão, numa espécie de transe comigo mesma. Não preciso de drogas ou álcool para isto acontecer, as reacções químicas do meu cérebro fazem-no sozinho. Sinto-me estranhamente nervosa, talvez seja por ser demasiado racional. Preciso de ser mais espôntanea, e aproveitar mais o momento sem pensar no antes ou no depois. Não é fácil, nem sei se é possível. Mas eu quero, e a força interior é maior que qualquer uma! Apesar de tudo, pensar no amanhã é inevitável. Ainda estaremos juntos? Seremos felizes? Perguntas e mais perguntas que deixam uma quantidade assustadora de respostas por ser dadas, mas talvez seja melhor assim. Cada dia com uma nova aventura. Vamos aproveitar o inesperado, a surpresa e ver que coincidências, ou não, serão conjugadas pelas leis do Universo.
Contudo, por natureza o Homem é insatisfeito, e como na condição de ser humano também quero mais. Exigo mais, tanto de mim como dos outros. Quero viver em plenitude comigo mesma e sentir-me realizada! Quero o mundo que ainda me falta descobrir. E sobretudo quero sentir que as palavras que me disseste são duradouras e verdadeiras!

Luisa

quarta-feira, 21 de julho de 2010

And this is what I feel like when I’m Dancing

Tenho suor a escorrer-me pela cara, pelas costas, pelas mãos. Tenho nódoas negras pelos joelhos, pelos ombros e pelos cotovelos. Fiz outra ferida no pé. O corpo dói. Nunca me senti tão forte. A força não cede, a vontade não diminui, o fogo não apaga. Os olhos rasgam quando a cortina se abre. O coração tem vontade própria, ele quer rasgar o peito e sair. E sai. E fica ali, no centro de todas as coreografias, no centro do palco. Exposto a quem o quiser ver, vulnerável mas tão, tão forte.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Saudade. É uma palavra com a qual eu não lido muito bem, mas que me ataca frequentemente. Seja de momentos, pessoas, épocas... Invade-nos de tal forma que muitas vezes se manifesta em forma de lágrimas, outras vezes bloqueia-nos o pensamento. Tentamos sempre arranjar uma forma de passar por cima, de matar a saudade, de a varrer pra debaixo do tapete. E quando não resulta? E quando ela não quer desaparecer e simplesmente fica ali, à espera de um momento a sós connosco para pumba, poder atacar... Ficamos realmente impotentes perante isto. Por muito fortes que possamos ser, acabamos por atacar a maior caixa de gelado ou manter a cabeça por baixo do lençol. Enxotamos, pontapeamos, expulsamos essa palavra tenebrosa da nossa cabeça mas ela insiste em ficar por ali até que nos lembremos de algo mais interessante. É que às vezes isto pode ser algo mesmo muito incomodativo. Depois de promessas e verdades (ou não) em que vamos acreditando no decorrer da nossa vida, convencemo-nos de que há algumas coisas que vão durar para sempre, que vão estar sempre lá independentemente de tudo e de todos. Mas não, isso não é verdade. Ou a agarramos com unhas e dentes enquanto ela estiver disposta a deixar que isso aconteça, ou um momento de distracção pode ser fatal. Um nico de fora e vai tudo pegado atrás. Por mais grandioso que isso possa ser, arranja sempre um espaço por onde passar e quando isso acontece, dificilmente voltará. É muito triste. Mas é mesmo assim. Certas coisas temos a sorte de as poder manter junto a nós, podemos aproveitar os momentos da melhor maneira e desejar que eles nunca acabem, mas há sempre algo que enquanto isso já está a tentar escapar... E às vezes só podemos deixar ir.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

01:01 da manhã, já é segunda-feira, e faltam mais ou menos 11h para fazer o teste de história. Apesar de a matéria estar a custar a entrar, estou a manter calma de uma forma estranha para mim. Talvez isto esteja a acontecer porque, na verdade, tenho sentido esta estranha calma correr-me nas veias de mesma forma que sinto o meu coração bater. É como se tivesse atingido uma paz de espírito que há algum tempo daria tudo para conhecer. É um tipo de felicidade constante que sou capaz de encontrar em cada coisa simples do meu dia-a-dia e da minha vida. Um simples sopro, um simples toque, uma palavra, um gesto ou um objecto. A felicidade existe em todos os eles e agora ela mostra-se a mim e eu recebo-a de coração aberto. Também sinto aqueles que amo ainda mais perto do meu coração. Sinto uma capacidade maior de escutar a minha alma e o meu espírito e cuidar deles. De ouvir as necessidades do meu corpo e amar-me e aceitar-me como se de outra pessoa se tratasse. Não sei o porquê de isto estar a acontecer, mas é uma sensação maravilhosa e vou tirar o melhor partido dela enquanto durar. Faz-me feliz viver nesta plenitude e nunca perder a loucura que toma os meus ideais e modo de vida. Daqui para a frente será uma luta para continuar a viver nesta paz e encontra-la noutros aspectos em que ainda não me sinta completamente à vontade. A vida é a minha jornada e vivê-la de verdade é a minha tentativa diária. Entrego-me a ela com todo o meu coração e estou disposta a amar cada momento e tirar tudo o que ela tiver para me dar alimentando o meu espírito com experiências, vivências e sensações.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

What does it feels like when you're dancing?

"I can't really explain it, I haven't got the words. It's a feeling that you can't control. I suppose it's like forgetting, losing who you are. But at the same time something makes you hole. It's like that there is a music playing in your ear. And I'm listening, and I'm listening, then I disappear... And then I feel a change, like a fire deep inside... Something bursting me wide open, impossible to hide. And suddenly I'm flying, flying like a bird. Like electricity, electricity. Sparks inside of me, and I'm free, I'm free! It's bit like angry, it's a bit like being scared. Confused and all mixed up and mad as hell. It's like when you've been crying and you're empty and you're full. But I don't know what it is, it's hard to tell. It's like that there's a music playing in your ear. But the music is impossible, impossible to hear. But then I feel it move me like a burning deep inside. It's something bursting me wide open, impossible to hide. And suddenly I'm flying, flying like a bird... Like electricity, electricity... Sparks inside of me and I'm free, I'm free!"

Billy Elliot (L)

domingo, 28 de março de 2010

LONDON !

Foram meses e dias à espera que o dia de amanhã finalmente chegasse... E chegou!
Mesmo assim, só posso concluir que o tempo passa a voar. Apesar de toda a ansiedade, o tempo passou bastante rápido. E  daqui a 24h já vou estar no aeroporto.
As expectativas são as mais altas e espero que seja a semana mais divertida da minha vida...
Então até daqui a uma semana.
Bye Bye!  ;D





Luisa.